quarta-feira, setembro 19, 2007
contra os direitos de autor
divagação acerca da natureza humana
quinta-feira, agosto 09, 2007
o mau exemplo dos partidos
quinta-feira, julho 26, 2007
utopias - 2
utopias



Nazismo e Hitler:

Neo-imperialismo lusitano:


Conclusão:
Apostar numa utopia para salvar um país é como apostar num casino. É sempre um jogo de sorte ou de azar. Normalmente, de azar. A utopia que parte de uma visão utópica da realidade, deu sempre maus resultados; a utopia que quer responder a uma visão realista do contexto político, económico e social de uma comunidade, precisa de aliar sorte ao engenho, sendo que a sorte não se fabrica - ao contrário do que às vezes por aí se diz. Brincar às utopias é muito bonito e poético, sejam essas utopias de amanhãs que cantam, sejam as utopias apontadas ao passado, dos reaccionários. Tudo isso é um exercício intelectual interessante. Mas o que está em jogo são vidas humanas, são pessoas com dignidade. Nenhuma utopia se impôs sem guerra, e todas as utopias caíram com as guerras. A utopia é fumo, pois fabrica figuras engraçadas e cativantes; é também fumo porque essas imagens não têm consistência real.
Como disse atrás, brincar às utopias pode ser engraçado como exercício intelectual. Mas não contem comigo para aplicar utopias à acção política, pois o que está em causa é demasiado valioso para admitir riscos: a vida de pessoas. Estas brincadeiras deram sempre mau resultado.
sexta-feira, julho 20, 2007
não-lugares como realidades possíveis
Nem todos somos políticos, mas quase tudo é entendido como política, portanto tenhamos atenção. Os estrangeiros nacionais governam-nos. Novas gerações se preparam para lhes dar seguimento e nós vamos deixando que isto, impunemente, vá acontecendo.
Temos de nos revoltar, Caros Compatriotas!
Não podemos permitir a venda da Soberania Nacional, nem do que nos torna únicos e exemplo vivo de uma Civilização moderna!
Temos de agir rápida e eficazmente!
Derrubemos o Estado!
A Nação tem de saber quem a Governa, ou destituir a instiuição do Governo de governar!
Readquiramos o Orgulho em Ser-Português!
TAM
quinta-feira, julho 19, 2007
um pouco mais de realismo
Relações, Impérios, Futuro e Loucura
Os responsáveis culturais, económicos, governantes, cidadãos das Nações Contemporâneas são, contudo, tristemente, tentados e posteriormente manipulados(os que cedem, claro está) pelo lugar-comum reinante, a Cultura e Língua que lhes facilita o caminho e a Economia de onde surgem os apoios que apontam rumo à prosperidade e desenvolvimento(ou o que por isso o Estado-Reinante entende). Assim, é desde a I Grande Guerra tempo de os Estados Unidos da América(parte do Mundo-Novo) tentarem impor a sua mundividência, política de relações e (des)entendimentos, intimidação militarista e poderio económico ao Mundo. O Mundo -o Velho, o Milenar e o outro-Novo- reage. Aceita ou não, conforme circunstância potenciadas, também elas, por factores diversos e obscuros. As relações inter-nacionais e inter-continentais decorrem e desenrolam-se nos seus trâmites vulgares. Há, no entanto, excepções, pesos-relevantes, que "abanam" e não cedem às pressões que verticalmente são impostas rumo ao Sul e Oriente. São os Impérios antigos/medievais/ modernos a re-animar. É a cadência histórica a impor o ritmo a todos os que, assustadamente e com razão para tal, assistem ao reavivar das grandes Almas: os Impérios de Influência, a não sucumbir e eternamente presentes. Democratizam-se, retocam fronteiras, aceitam Novas Ordens Internacionais, adormecem mas são como os bonecos sempre-em-pé. Não sucumbem e são combativos.
É, pois, da primeira década do Século XX aos nossos dias, compreensível a tentativa dos E.U.A. de dominar tudo e todos. Por vezes, em vão. Também não é de estranhar, dada a ausência civilizadora braudelianamente defendida. Agora, nos meios intelectuais e académicos, mais implantada: pela facilidade, apoio e motivação que gera. Chegámos ao ponto de instituções de Ensino, internacionais mas localizadas, Crentes e fervorosas, se deixarem influenciar por ela... e Institutos específicos dentro das mesmas serem palhaços norte-americanos em seculares e basilares Civilizações Europeias. "Os Impérios Continentais? -Foram importantes, mas são ilusão." É a loucura estupidificante do chá de Boston.
Europeu, ainda Crente e Continental,
TAM
quarta-feira, julho 18, 2007
resultado da sondagem Curtas e Rápidas
Carmona Rodrigues - 15 votos (26%)
José Pinto Coelho - 10 votos (18%)
Helena Roseta - 7 votos (12%)
António Costa - 5 votos (9%)
Garcia Pereira - 5 votos (9%)
Fernando Negrão - 4 votos (7%)
Branco - 4 votos (7%)
Gonçalo da Câmara Pereira - 3 votos (5%)
José Sá Fernandes - 2 votos (4%)
Ruben de Carvalho - 1 voto (2%)
Manuel Monteiro - 1 voto (2%)
Nulo - 0 votos (0%)
Pedro Quartin Graça - 0 votos (0%)
Telmo Correia - 0 votos (0%)
Total de participação - 57 votos
pensamento do dia
a justiça dos homens e a justiça de Deus
quinta-feira, julho 12, 2007
a minha escolha para a C.M. de Lisboa

mas afinal, o que é isto de se ser conservador?
segunda-feira, julho 09, 2007
Tocqueville - a profecia de um filósofo, político e sociólogo

No mundo, existem hoje dois grandes povos que, embora partindo de pontos diferentes, parecem avançar para o mesmo destino: são eles os Russos e os Anglo-Americanos.
[...]
O Americano luta contra os obstáculos que a natureza lhe opõe; o Russo trava lutas contra os homens. Um combate o deserto e a barbárie; o outro, a civilização com todas as suas armas; deste modo, as conquistas do Americano fazem-se com a charrua do trabalhador, as do Russo com a espada do soldado.
Para alcançar o seu fim, o primeiro conta com o interesse individual e deixa agir, sem as dirigir, a força e a razão dos indivíduos.
O segundo, de certo modo, concentra num só homem todo o poder da sociedade.
Um tem por meio principal de acção a liberdade; o outro a servidão.
O ponto de partida de ambos é diferente, as suas vias são diversas; contudo, cada um deles parece chamado, por um destino secreto da Providência, a conservar um dia nas mãos os destinos de uma metade do Mundo.
Alexis de Tocqueville, Da Democracia na América, I, II, X.
quarta-feira, julho 04, 2007
declaração de independência
No dia 4 de Julho de 1776, há 231 anos atrás, a Declaração de Independência dos Estados Unidos da América foi assinada por 56 senhores, representantes dos 13 Estados originais: New Hampshire, Massachusetts, Rhode Island, Connecticut, New York, New Jersey, Pennsylvania, Delaware, Maryland, Virginia, North Carolina, South Carolina e Georgia. Esses homens, entre os quais se contavam, por exemplo, Benjamin Franklin, Thomas Jefferson e John Adams, defenderam neste dia que todos os homens são criados iguais por Deus, e que têm direitos inalienáveis, como o direito à vida, à liberdade e à busca da felicidade:
-
com a forma com que Deus nos criou, e buscando a felicidade - que parece ser o objectivo de qualquer ser vivo.terça-feira, julho 03, 2007
a revolução e o terror que silencia Portugal


quinta-feira, junho 28, 2007
cidadania mundial? não me cheira.

Nos últimos dias, andei a ler este livro. Sobre o artigo de Mário Soares: curto e vago. Ao menos sabemos que foi mesmo ele que escreveu aquele pequeno texto de 2 páginas e meia. Se cidadania significar o poder e o dever de nos pronunciarmos quanto a tudo o que respeita a todos, então Mário Soares tem razão quanto à existência de uma cidadania mundial. Mas, como diz José Manuel Fernandes e bem, não há cidadania se não houver patriotismo. E não me parece que haja um patriotismo mundial. No dia em que Quioto for cumprido, então aí podemos pôr a hipótese de entendermos uma espécie de patriotismo mundial no campo do ambiente. Coisa esquisita. E vaga. E improvável!
quarta-feira, junho 27, 2007
contrastes no juízo das pessoas
sábado, junho 23, 2007
Tony Blair católico?
sexta-feira, junho 22, 2007
sugestão de leitura
quarta-feira, junho 20, 2007
sondagem Curtas e Rápidas
segunda-feira, junho 18, 2007
a grupeta dos 8

sexta-feira, junho 15, 2007
a História repete-se

Em 2007 temos alguém que não tem medo de se vestir de preto para defender o aborto. Mas nada de confusões: o preto não é de luto, mas sim de carrasco. O novo Rei Herodes e a nova matança dos inocentes - José Sócrates e a lei do aborto. Este Zé não faz falta.
cultura, religião e família
terça-feira, junho 12, 2007
alguém ainda se lembra do maremoto?
Alguém ainda se lembra do drama do maremoto que afectou toda a costa índica da Ásia do Sul no dia 26 de Dezembro de 2004, e que matou largos milhares de pessoas? Não, preferimos andar à procura da Maddie. Mas as pessoas de lá não se esqueceram, nem nunca se esquecerão daquele dia. Mesmo que quisessem esquecer o que se passou, toda a destruição ainda presente que os rodeia lembra os tailandeses, indonésios, chineses, indianos, e tantos outros que naquele dia, as águas infernais engoliram paraísos naturais, familiares, amigos - alguns encontrados mortos, outros ainda hoje desaparecidos. Com a dimensão co-criadora do homem, os paraísos vão voltando a instalar-se numa renovada Natureza circundante. Para este mês, lembramos a promessa que a ONU fez em meados de Junho de 2005: que a maioria das centenas de milhar de deslocados estariam dentro de dois anos (acaba este mês o prazo) realojados nas suas novas casas. É isso o que acontece? Esperamos dados de alguém que se lembre de investigar o que por lá se passa. Para ler o que a ONU disse no dia 25 de Junho de 2005, é favor clicar por exemplo aqui em baixo:domingo, junho 10, 2007
Dia de Portugal
Comemorado com base numa data fatalista(10 de Junho de 1580), em que morre o Bardo Lusíada e, circunstancialmente, o Reino fidelíssimo cai em mãos Filipinas, não deixa, até por isso mesmo, de ser um símbolo: da Grande Nação que se comemora em datas difíceis, porém, que possibilitaram a demonstração da sua preponderância, merecendo por isso a exaltação de todos quantos a conhecem e amam. Depois de ter escrito a grande Ode ao Mundo Português, que além de ser responsável pela essência do que é "mundo", foi o Mundo que durante séculos orientou o mundo das terras-novas e influenciou a velha Europa egípcia, cartaginesa, grega, estrusca/romana, Camões não assistiu ao breve abalar da cultural -sabedora e respeitadora- muralha que cantou, mas decerto preparou e incomparavelmente permitiu que a mesma nunca sucumbisse. É isso que a Restauração da Independência Nacional de 1640 representa e que, apesar de não comemorada hoje, intimamente se liga. Trata-se de um dia de Glória. E as Glórias, como as derrotas e as tentativas, devemos ter prazer em assinalar e honrar.
Porque uma Nação sem um Povo não se constitui, e esse Povo é o material da História do depois, tenhamos orgulho em ser Portugal.
Com Pundonor camoniano, Sou Português.
TAM
as celebridades e o american dream
preciso para se ser uma cantora pop? Se pensou que era preciso cantar bem, enganou-se. Basta ter-se dois palmos de testa.




